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Goiânia,19/03/2026

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'Não há um prazo definitivo' para o fim da guerra com o Irã, diz Pentágono

g1.globo.com
'Não há um prazo definitivo' para o fim da guerra com o Irã, diz Pentágono


Secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, atualiza informações sobre guerra contra o Irã em 2 de março de 2026.
REUTERS/Elizabeth Frantz
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que não há um "prazo definitivo" para o fim da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, que começou há três semanas.
"Não gostaríamos de estabelecer um prazo definitivo", disse Hegseth a repórteres. "Estamos no caminho certo", e será o presidente Donald Trump quem decidirá quando interromper a operação, acrescentou.
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"Em última análise, será o presidente quem decidirá quando vamos dizer: 'Ok, cumprimos o que precisávamos'."
A guerra completa 20 dias nesta quinta-feira (19) e a fala do Secretário de Defesa dos EUA é um novo olhar para o conflito, que segundo o presidente Donald Trump duraria até cinco semanas.
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Trump dá sinais de que gostaria de encerrar a guerra rapidamente e declarar-se vencedor, listando uma série de progressos das forças americanas em sua rede social. No entanto, o Irã segue atacando bases americanas em países vizinhos e pontos estratégicos para o fornecimento de petróleo na região.
No domingo (15), o Irã advertiu a outros países de que, se intervissem, haveria "uma escalada".
Em entrevista à NBC News, o presidente dos Estados Unidos assegurou que Teerã quer se sentar para negociar, mas que Washington seguirá adiante com sua ofensiva.
Enquanto a guerra contra o Irã põe o trumpismo à prova nos Estados Unidos, em Israel fica evidente o contraste, com sólido apoio da população à ofensiva bélica do governo Benjamin Netanyahu ao regime dos aiatolás.
Uma pesquisa realizada pelo Instituto da Democracia de Israel, dez dias após o início do conflito, constatou que 81% da população aprovam a guerra. O índice sobe para 92,5%, quando os árabes israelenses são excluídos da enquete.




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